Família visitando a Tarumã
Relatos

O que as famílias
contam sobre a Tarumã.

Palavras de quem passou pelo programa diurno, pela estadia ou que mora aqui hoje.

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Depoimentos

O que dizem quem conhece a casa

AP

Ana Paula Mendes

Filha de morador — Londrina, PR

"Meu pai está na Tarumã há quase oito meses. O que me convenceu foi a possibilidade de visitar qualquer dia — sem aviso, sem dia marcado. Fui uma vez no meio da semana, às 16h, e encontrei ele jogando cartas com dois moradores. Parecia uma tarde normal de casa."

Junho de 2025

RC

Ricardo Costa

Filho — Cambé, PR

"Minha mãe ficou dezesseis noites enquanto eu viajava a trabalho. Foi a primeira vez que ela ficou fora de casa por tanto tempo. Eu recebi uma lista detalhada do que ela ia precisar antes de chegar, e isso deixou tudo mais tranquilo. Na volta, ela falou que o café da manhã era bom."

Julho de 2025

MS

Mônica Silveira

Neta — Londrina, PR

"Minha avó participa do programa diurno de segunda a sexta. A gente recebia um bilhete toda semana contando o que ela fez nos dias — esse detalhe pareceu pequeno mas fez diferença. Era como uma carta, não um relatório. Ela não queria ir pra casa no começo. Agora não quer que mude."

Julho de 2025

JO

Jorge Oliveira

Filho — Londrina, PR

"Visitei a Tarumã sem avisar antes de tomar qualquer decisão. Cheguei num dia comum e fiquei por duas horas. O que vi foi uma casa em funcionamento normal — não uma demonstração. Isso me decidiu. Meu pai está lá há cinco meses."

Junho de 2025

CF

Carla Ferreira

Filha — Apucarana, PR

"A localização no centro foi um dos pontos que pesaram. Minha mãe conhece o bairro há décadas. Saber que ela está num lugar familiar para ela, a cinco minutos de onde sempre morou, ajudou na adaptação. O processo foi mais tranquilo do que eu esperava."

Maio de 2025

LB

Luís Barbosa

Filho — Londrina, PR

"A carta mensal que a equipe envia faz muita diferença. Não é uma lista de eventos — é um texto escrito sobre o que meu pai fez, com o que ele comentou e como esteve. A equipe conhece meu pai pelo nome e sabe o que ele gosta. Isso é o que diferencia."

Julho de 2025

Histórias

Como foi na prática

A situação

Família com dois filhos trabalhando em período integral, mãe de 78 anos em casa sem companhia durante o dia. A situação funcionava, mas com dificuldade crescente.

O que aconteceu

Entrada no programa diurno de segunda a sexta. Antes do primeiro dia, conversa com a equipe para anotar o que D. Irene gostava de fazer e como preferia as manhãs.

Passados três meses

D. Irene pediu ela mesma para não faltar às sextas. Diz que gosta da roda de leitura. A família recebe o bilhete toda semana e visita nos fins de semana.

"A gente não esperava que ela fosse se sentir tão à vontade tão rápido." — filha
A situação

Filho precisava viajar ao exterior por trabalho durante três semanas. Pai de 82 anos não podia ficar sozem em casa, e nenhum familiar estava disponível no período.

O que aconteceu

Estadia de dezesseis noites reservada com duas semanas de antecedência. Preferências alimentares e lista de contatos enviadas antes. Quarto preparado com as informações anotadas.

Como terminou

Pai voltou para casa tranquilo. Filho retornou e encontrou tudo dentro do esperado. A família perguntou sobre a possibilidade de ampliar para o programa diurno após a experiência.

"Foi o suficiente para eu entender como funcionava. Fiquei mais tranquilo na viagem." — filho
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Atendimento

Seg–Sex: 08h às 17h
Visitas: todos os dias, 09h às 20h

Em números

O que construímos ao longo do tempo

+10

Anos no Centro de Londrina

+80

Famílias atendidas

7

Dias de visita por semana

4,8

Nota média das famílias

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